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Recado do Jorge: Tumultuada saga de Império chega ao fim

 Família Imperial reunida na cena final, sem o Comendador
 No galpão, Josué (Roberto Berindelli)
é atingido, mas atira em…
 …Silviano (detalhe do efeito especial)… 
… acabando com a raça do mordomo malvado!
 No chão, José Pedro atira no pai pelas costas…
… José Alfredo é amparado por
Cristina (Leandra Leal) e Josué…
 … para o desespero da garota…
Cristina impede o irmão de se matar e
dá uma surra nele, antes de ser preso

Justiça seja feita! Aguinaldo Silva enfrentou uma saga tão ou mais complicada do que a
de seu personagem em Império. Ele pegou o horário nobre da Globo fragilizado por uma novela com grande rejeição (Em Família), sofrendo resquícios da humilhação do Brasil na Copa do Mundo e todo o processo eleitoral, que derruba qualquer audiência. Mas o autor enfrentou as adversidades criando uma trama popularíssima e com personagens pra lá de instigantes.
O que ficará do legado de Império será um sucesso inegável, imperfeito, é verdade, mas saborosíssimo. Alexandre Nero (Comendador José Alfredo), Lilia Cabral (Maria Marta), Drica Moraes/ Marjorie Estiano (Cora), Ailton Graça (Xana), Viviane Araújo (Naná), Othon Bastos (Silviano), Joaquim Lopes (Enrico), Suzy Rêgo (Beatriz) e Dani Barros (Lorraine) são os principais destaques do elenco. Paulo Betti, mesmo não tendo agradado a todos (a mim, por exemplo) também saiu vitorioso, já que seu Téo Pereira conquistou aquela pessoa que realmente interessa: o espectador.
Hoje, vão ao ar cenas de muito, tiro, gritaria e confusão da tão falada morte de José Alfredo, que você vê nessas fotos de Fco. Patrício do site de Aguinaldo Silva (www.asdigital.tv.br). E também a possibilidade de ter cenas secretas que poderiam ressuscitar o protagonista e até ter a Cora de Drica Moraes reaparecendo na história. Será? Só assistindo mesmo para conferir.
Bem, de qualquer maneira, adeus, família Imperial. E que Babilônia venha com tudo!

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23 comentários em “Recado do Jorge: Tumultuada saga de Império chega ao fim”

  1. Não sei dizer se mais amei ou mais odiei “Império”. A trama de Aguinaldo Silva se encerra deixando essa incógnita em mim e em muitos noveleiros.A primeira fase da trama arrebatou o coração de todos, e a promessa de uma trama marcante no horário nobre (após a insossa “Em Família”) parecia que realmente aconteceria. Mas ficou só na promessa.A história do homem que enriquecia e que iria ver uma disputa entre seus filhos para o poder parecia um remake de “Suave Veneno”. Mas Alexandre Nero fez de José Alfredo um personagem carismático, épico e que entra de vez para a história da teledramaturgia brasileira. Lília Cabral brilha em qualquer papel, mas sua Imperatriz foi um dos pontos altos da trama de Aguinaldo Silva. Como eu amo essa atriz. Paulo Betti começou caricato ao extremo e seu Téo Pereira foi se encontrando ao longo da trama e termina a novela com o seu bordão “Curuzes” na boca do povo.A vilã Cora foi talvez o principal ponto negativo da novela. Sua personagem não tinha função, não tinha um objetivo para cometer suas vilanias e o problema de saúde de Drica Moraes foi só a cereja (esfregada) do bolo. Era melhor ter matado a personagem, mas o autor quis trazer de volta Marjorie Estiano e deu no que deu. Aílton Graça e Viviane Araújo deram um show em cena. Xana e Naná caiu nas graças do público e formaram os personagens mais carismáticos da trama. A trilha sonora foi outro ponto negativo. Mal executada e sem músicas que realmente faziam sentido com personagens e locações, foi um desastre total salvando uma ou outra canção.Histórias paralelas não vingaram, e principalmente a do casal protagonista (Vicente e Cristina). “Império” foi uma novela popular, regular e que caiu nas graças do público. Resgatou a audiência do horário e teve uma repercussão maior até que merecia. Ainda não sei dizer se o saldo final da trama é positivo ou negativo. O que importa é que Império cumpriu sua missão: Deu brilho ao horário nobre!

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  2. A novela não foi um fracasso como sua antecessora, passou por todas essas adversidades que você citou com a cabeça erguida, mas eu prezo por um mínimo de coerência numa novela, se que a maioria não liga, mas eu ligo. Por exemplo, achei bizarro aquele episódio do pen drive da Nina em Avenida Brasil, mas relevei, dada a insignificância daquilo na trama.Silviano ser marido de Marta – OK /// Silviano ser pai de Maurílio – bizarro, já que várias cenas antes da revelação não indicavam isso, como Silviano, xingando ele sozinho.Agora o que é Zé Pedro ser o tal Fabrício? Sobre a morte do comendador eu aprovo, sinceramente não entendo esse povo que acha que protagonista de novela não pode morrer, todo mundo morre, e se bem escrito é um belo drama.

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  3. Concordo! O que eu tinha medo era dessa possibilidade de o Comendador morrer e ressucitar de novo no final. Aí, sim, seria péssimo, um insulto á inteligência do público. Ainda bem que não aconteceu assim. Aquilo que apareceu na janela do casarão, na última cena, evidentemente era o fantasma do Homem de Preto. Até porque o corpo dele já tinha sido cremado. No mais, o desfecho de “Império” foi todo do Comendador José Alfredo, assim como toda a novela. Um protagonista que entrou pra história da teledramaturgia!

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