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Direto de O Tempo Não Para: Os Sabino Machado se mudam para uma mansão

O Tempo Não Para

Não é de hoje que a família de Dom Sabino (Edson Celulari) percebeu que nada como um dia depois do outro. Desde que despertaram do século 19, os Sabino Machado andaram comendo o pão que o diabo amassou. Mas, no capítulo do sábado 20, de O Tempo Não Para, isso começa a mudar. Com a ajuda de Emilio (João Baldasserini), Dom Sabino consegue ganhar uma pequena fortuna do seguro do navio Albatroz com a promissória que o advogado roubou de Amadeu (Luís Fernando Guimarães). Com o dinheiro no bolso e por sugestão de Emílio, o patriarca leva sua família para viver em uma mansão em um bairro nobre de São Paulo.

O Tempo Não Para

De cara, Marocas (Juliana Paiva) é contra a compra do imóvel por acreditar que eles não precisam de uma propriedade tão cara e extravagante para serem felizes. Mas ela acaba cedendo, já que sente falta da convivência diária com as pessoas que mais ama e vai morar lá também. Agustina (Rosi Campos) e as meninas, Nico (Raphaela Alvitos) e Kiki (Nathália Rodrigues), e até o cãozinho Pirata adoram a novidade. A mansão tem um ar tradicional com lustres de cristal, piano de cauda, tapetes persas, escadaria imponente, quadros clássicos eboiserie, que é a técnica de emoldurar paredes com madeira, mas sempre aliado a um astral solar dos Sabino Machado, através de cores e arranjos florais, por exemplo. “Trouxemos toda a alegria borbulhante da família para esse ambiente sofisticado. É um universo curioso, ativo e fervilhante em meio a um status de sofisticação. Conseguimos fazer um cenário clássico bem pra cima que reforça esse aspecto de vida, alegria e relações muitas vezes conflituosas, mas sempre amorosas”, explica o cenógrafo Keller Veiga.

Esse novo cenário ainda destaca a riqueza e pluralidade do trabalho da equipe de cenografia da novela, que foi do século XIX ao futurismo. “Tivemos a oportunidade de trabalhar com o ano de 1886 no primeiro capítulo, com a fazenda e o navio. Quando os ‘congelados’ vieram para o século XXI, desenvolvemos projetos que priorizaram a sofisticação e tecnologia, como o apartamento do Samuca; high-tech, como a SamVita; e até futurista, como a Criotec. Isso sem contar com a reconstituição da Freguesia do Ó e todas as nuances, as cores, os cortiços e os pátios do bairro”, finaliza Keller.

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